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Novo medicamento aprovado nos Estados Unidos pode retardar a progressão do alzheimer, mas efeitos colaterais preocupam. Cerca de 13% dos participantes do estudo desenvolveram edema cerebral, o que pode causar hemorragias. Testes foram feitos ao longo de 18 meses com 1.795 participantes. O remédio diminuiu em 27% o declínio cognitivo causado pela doença.
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