COMO O BIOBANCO DE ALGAS ATUA NA PROTEÇÃO DO CULTIVO CONTRA EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS?
Veja em 04 minutos e 12 segundos O biobanco garante a segurança genética em episódios climáticos adversos. Um exemplo ocorreu há dois anos em Ubatuba, quando fortes chuvas reduziram a salinidade do mar para 10 partes por mil, provocando a morte das algas. O material guardado permitiu repor grande parte delas no oceano, mantendo o pool genético para ofertar a mesma linhagem ao produtor. O biobanco começou a ser formado em 1995, ano em que surgiram as primeiras linhagens, enquanto o biobanco ex-situ foi estruturado em 2017. Atualmente, o Instituto de Pesca conta com 12 linhagens de algas conservadas no local e no ambiente marinho. A preservação garante a diversidade genética e o depósito para pesquisas científicas nacionais. O cultivo de algas marinhas pode transformar o futuro da agricultura, mas por trás dessa inovação existe um trabalho científico essencial: a preservação genética.