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Após cerca de dez anos de estudos, pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) desenvolveram as variedades Flor Diniz e Awauna. Elas apresentam maior resistência a doenças como a mancha angular e a antracnose, que causam grandes prejuízos nas lavouras. A resistência a doenças presente nas novas cultivares diminui a perda na produção e reduz a necessidade de aplicar fungicidas. Isso permite ao agricultor diminuir os custos com agrotóxicos, obter maior produtividade com grãos de qualidade e reduzir o impacto ambiental. Os estudos duraram cerca de dez anos e renderam aproximadamente 3.000 quilos de feijão na colheita.
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Um estudo publicado na revista Science Advances propõe que a vida na Terra pode ter tido duas origens distintas. Ao examinar genomas de bactérias e arqueas, os pesquisadores indicaram que o ancestral comum Luca possuía apenas parte das enzimas atuais. Assim, cada grupo encontrou mecanismos próprios para realizar processos semelhantes, sugerindo que a capacidade de sustentar uma célula independente surgiu duas vezes. Caso novos estudos confirmem as conclusões apresentadas, a representação tradicional da árvore da vida precisará de ajustes. Em vez de apresentar uma única raiz que leva a todos os organismos conhecidos, a origem da vida celular pode ter envolvido dois caminhos separados que se encontraram posteriormente, mudando a compreensão histórica sobre esse processo vital.
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O El Niño atual pode se tornar o mais intenso já registrado caso a tendência de aquecimento continue. O alerta ocorre porque o evento de 1997/1998 causou milhares de mortes no mundo devido a secas, enchentes e calor extremo, com riscos atuais para a agricultura e o fornecimento de energia. A intensificação do El Niño traz previsões de impactos opostos para o território brasileiro. Na Região Sul, são esperados grandes volumes de chuva com alerta para enchentes. Em contrapartida, o fenômeno deve agravar o cenário de seca nas regiões Norte e Nordeste do país. De acordo com o Serviço de Alterações Climáticas do Copérnico, a temperatura da superfície do mar atingiu o recorde histórico de 20,96ºC em julho, superando a marca anterior de 20,89ºC. O aumento foi impulsionado pelo aquecimento no Pacífico Tropical, região de atuação do El Niño.
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